Representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) se reúnem em Brasília para discutir estratégias de inclusão de pessoas com deficiência e aprendizes no setor de incorporação imobiliária. O encontro busca adaptar as normas de contratação às especificidades do trabalho em obras e etapas da construção.
Uma semana depois de o IBGE publicar a pesquisa que revelou que o nível de ocupação das pessoas com deficiência (PCDs) no Brasil é de aproximadamente 29%, representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) se reunirão em Brasília. O objetivo principal do encontro é discutir como ampliar a inclusão de PCDs e aprendizes, considerando as características específicas de cada atividade econômica.
O debate ocorrerá nesta sexta-feira, 25 de setembro, no fórum intitulado 'Construindo consensos: inclusao e trabalho na incorporacao imobiliária', promovido pelo Instituto Dia.
- A pesquisa do IBGE indicou que apenas 29% das pessoas com deficiência estão ocupadas no mercado formal;
- O evento reúne a ministra do TST Liana Chaib e autoridades do MPT;
- O setor de incorporação imobiliária é o foco principal da discussão;
- O objetivo é criar consensos sobre como adaptar a inclusão às etapas da construção;
- Mediador do encontro, o advogado Plauto Cardoso destaca a necessidade de convergência institucional.
Participação de autoridades do TST e MPT
Participarão do fórum a ministra do TST Liana Chaib, o corregedor-geral do MPT, Fábio Leal Cardoso, e a procuradora do Trabalho Geny Helena Marques, que é responsável pela Coordenadoria de Igualdade do Ministério Público do Trabalho.
Desafios da incorporação imobiliária
O advogado Plauto Cardoso, mediador do encontro, afirmou que a proposta é identificar pontos de convergência entre os órgãos. Ele explicou que a incorporação imobiliária possui uma dinâmica própria, com empreendimentos divididos em etapas, funções e equipes que mudam conforme o avanço dos trabalhos nas obras.
Segundo Cardoso, o desejo é reunir diferentes perspectivas institucionais para identificar os principais pontos de convergência e as questões que ainda exigem análise mais aprofundada para garantir a inclusão adequada no setor.




